
Chicletismo comtemporâneo
Eis que surge um novo termo para designar a atual situação em que se encontram os casalsinhos enamorados hoje em dia, e até mesmo os que não estão, os que pensam que estão e os que tem fobia a simples idéia de estar apaixonado por alguém.
O sexo masculino transborda testosterona, por sua vez o feminino o julga impotente, desqualificado incompreensível e até mesmo cruel. Longe de mim estar tomando partido de um dos lados, vivemos em uma era totalmente livre, porém, no sentido real da palavra não podemos assim dizer que estamos livres. Nos anos 70, o amor livre era a forma alternativa de expressar os sentimentos recíprocos entre homens e mulheres em dada comunidade, eram "muitos" e "muitas", cheios de hormônios e amor pra dar. Nas cavernas, o macho alfa era o grande líder, o fodão da história, o caçador e provedor de sustento, enquanto as mulheres procriavam e cuidavam das crias, desconhecendo os atuais métodos anticoncepcionais porque obviamente não precisavam disso. Viviam para copular. Hoje em dia, o "chicletismo" generalizado em que encontram-se algumas relações entre macho e fêmea, por vezes apavora, noutras bota pra correr qualquer intenção de formar laços sólidos e duradouros. Alguns dizem que a culpa é da globalização, da mídia, da televisão, dos meios de comunicação, classificando-os como apelativos e superficiais. Outros dizem que se trata de um fenômeno comum, mulheres e homens à caça de um parceiro com as qualidades perfeitas, porém, nada de relacionamento sério, apenas objetivo. Fica-se, enrola-se, troca-se de parceiro, amor à moda antiga, nem mesmo as pseudo-virgens tem vocação pra provar. É incoerente dizer que tudo mudou, e mais incoerente ainda dizer que o ser humano está livre, leve e solto para apreciar quaisquer relacionamento sem compromisso. A verdade que impera sobre a questão é que todos nós estamos acondicionados a viver à procura ou se não à mercê de um envolvimento fugaz, que pode ser ou não duradouro. Algumas mulheres sentem-se tão livres que abandonam suas calcinhas. Por de baixo dos panos, das saias e dos paietês, não há nada mais nada menos do que um órgão fértil e sedendo de desejo. Alguns homens não mais caçam, apenas esperam a primeira fêmea oportunista dar a botada ou a segunda, a terceira , até mesmo a quinta pode ter alguma chance, dependendo da quantidade de álcool ingerida. Porém, não vamos generalizar as coisas, sabe-se que muitas mulheres e outros muitos homens, sendo eles exceção ou não, são reservados, sonhadores ao tempo que são altivos e carecem de uma auto afirmação, afirmação está que vem com uma par de calcinha e sutiã, ou com uma cueca boxer bem justa ao corpo malhado. O chicletismo a qual venho me referir é a constante e ameaçadora vontade, necessidade talvez, dos sexos estarem sempre colados um ao outro, e a outros e mais outros. É tudo uma grande bola de mascar, os relacionamentos humanos foram e sempre serão, objetivos, diretos, e eficazes. Assim como você compra um chiclete para mastigá-lo, saboreá-lo, entreter-se com ele, e depois jogá-lo ao vento pois perdeu-se o sabor, as relações a partir de hoje, ficam mais efêmeras, e a procura do ideal perfeito, escondido em alguma espaço de tempo, mais distante, pois somos seres dispersos, vulneráveis à situações, à pessoas e à bandos de gente que nem se quer conhecemos e ainda assim ousamos decifrar justamente porque, estas relações podem sofrer mudanças discrepantes ao longo do tempo, mas jamais perderão este algo que se chama INSTINTO.
Eis que surge um novo termo para designar a atual situação em que se encontram os casalsinhos enamorados hoje em dia, e até mesmo os que não estão, os que pensam que estão e os que tem fobia a simples idéia de estar apaixonado por alguém.
O sexo masculino transborda testosterona, por sua vez o feminino o julga impotente, desqualificado incompreensível e até mesmo cruel. Longe de mim estar tomando partido de um dos lados, vivemos em uma era totalmente livre, porém, no sentido real da palavra não podemos assim dizer que estamos livres. Nos anos 70, o amor livre era a forma alternativa de expressar os sentimentos recíprocos entre homens e mulheres em dada comunidade, eram "muitos" e "muitas", cheios de hormônios e amor pra dar. Nas cavernas, o macho alfa era o grande líder, o fodão da história, o caçador e provedor de sustento, enquanto as mulheres procriavam e cuidavam das crias, desconhecendo os atuais métodos anticoncepcionais porque obviamente não precisavam disso. Viviam para copular. Hoje em dia, o "chicletismo" generalizado em que encontram-se algumas relações entre macho e fêmea, por vezes apavora, noutras bota pra correr qualquer intenção de formar laços sólidos e duradouros. Alguns dizem que a culpa é da globalização, da mídia, da televisão, dos meios de comunicação, classificando-os como apelativos e superficiais. Outros dizem que se trata de um fenômeno comum, mulheres e homens à caça de um parceiro com as qualidades perfeitas, porém, nada de relacionamento sério, apenas objetivo. Fica-se, enrola-se, troca-se de parceiro, amor à moda antiga, nem mesmo as pseudo-virgens tem vocação pra provar. É incoerente dizer que tudo mudou, e mais incoerente ainda dizer que o ser humano está livre, leve e solto para apreciar quaisquer relacionamento sem compromisso. A verdade que impera sobre a questão é que todos nós estamos acondicionados a viver à procura ou se não à mercê de um envolvimento fugaz, que pode ser ou não duradouro. Algumas mulheres sentem-se tão livres que abandonam suas calcinhas. Por de baixo dos panos, das saias e dos paietês, não há nada mais nada menos do que um órgão fértil e sedendo de desejo. Alguns homens não mais caçam, apenas esperam a primeira fêmea oportunista dar a botada ou a segunda, a terceira , até mesmo a quinta pode ter alguma chance, dependendo da quantidade de álcool ingerida. Porém, não vamos generalizar as coisas, sabe-se que muitas mulheres e outros muitos homens, sendo eles exceção ou não, são reservados, sonhadores ao tempo que são altivos e carecem de uma auto afirmação, afirmação está que vem com uma par de calcinha e sutiã, ou com uma cueca boxer bem justa ao corpo malhado. O chicletismo a qual venho me referir é a constante e ameaçadora vontade, necessidade talvez, dos sexos estarem sempre colados um ao outro, e a outros e mais outros. É tudo uma grande bola de mascar, os relacionamentos humanos foram e sempre serão, objetivos, diretos, e eficazes. Assim como você compra um chiclete para mastigá-lo, saboreá-lo, entreter-se com ele, e depois jogá-lo ao vento pois perdeu-se o sabor, as relações a partir de hoje, ficam mais efêmeras, e a procura do ideal perfeito, escondido em alguma espaço de tempo, mais distante, pois somos seres dispersos, vulneráveis à situações, à pessoas e à bandos de gente que nem se quer conhecemos e ainda assim ousamos decifrar justamente porque, estas relações podem sofrer mudanças discrepantes ao longo do tempo, mas jamais perderão este algo que se chama INSTINTO.

